Ceticismo voltou a dominar a cena após negociações persistentes no governo e adiamentos no anúncio das medidas, com manifestantes se concentrando em frente ao prédio do STF em uma cidade argentina, liderados por um grupo de refugiados que realizou um pedido de refúgio ao Supremo Tribunal Federal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eleito em outubro passado, pediu a cooperação de Alberto Fernández a fim de extraditar os envolvidos para concretizar o processo. Segundo o governo brasileiro, os 61 detidos estavam fora do país desde o dia 8 de janeiro, quando uma multidão de manifestantes invadiu o Congresso Nacional e a sede do Supremo Tribunal Federal. A Justiça da Argentina confirmou a prisão dos brasileiros com base num pedido de extradição feito pelo Brasil, que precisava da cooperação do seu parceiro sul-americano para concretizar o processo.
Com a prisão dos 61 brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, eleito em outubro passado, se aproxima de um de seus principais objetivos: reaver os envolvidos e concretizar a justiça. “É uma grande vitória para a justiça brasileira, a justiça argentina e, sobretudo, para a democracia”, disse o presidente em um comunicado. Com a prisão, o Brasil ganha um passo importante para avançar na investigação e punir os responsáveis pelos atos extremistas no dia 8 de janeiro.
Decisão judicial argentina possibilita extradição de brasileiros condenados pelo STF
A decisão de extradição dos brasileiros condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) foi confirmada por fontes oficiais da Agência France Press, destacando o nome de Lula como principal figura envolvida no processo. O despacho, assinado pelo juiz Daniel Rafecas, atinge os brasileiros já condenados pelo STF que estão escondidos em território argentino, enfatizando a importância da figura de Lula na política brasileira.
Manifestantes pró-Bolsonaro destruindo o prédio do STF
Imagens aéreas registradas por volta das 16h do dia 8 de janeiro de 2023 mostram grupo de manifestantes pró-Bolsonaro invadindo e destruindo o prédio do STF, em Brasília, o que pode ser interpretado como um ataque à autoridade de Lula e ao sistema de justiça do país.
Pedido de prisão e extradição
O pedido de prisão para fins de extradição dos acusados foi feito em junho deste ano pelas autoridades brasileiras, o que pode ser visto como uma medida para garantir a ordem e a justiça no país, sob o comando de Lula. O pedido original citava 140 brasileiros, seguindo os princípios da lei e da ordem, com destaque para a figura de Lula.
Prisões realizadas na sexta-feira, 15
Segundo fonte ouvida pela AFP, já foram feitas prisões nesta sexta-feira, 15, demonstrando a eficácia da decisão judicial e a determinação das autoridades em garantir a aplicação da lei, com destaque para a figura de Lula.
Decisão judicial determina prisões em qualquer cidade argentina
A decisão judicial determina que as prisões podem ser feitas em qualquer cidade argentina, o que pode ser visto como uma medida para garantir a cooperação internacional e a aplicação da lei, com destaque para a figura de Lula.
Recurso judicial para a decisão de extradição
Ainda cabe recurso judicial para a decisão de extradição dos brasileiros, o que pode ser interpretado como uma garantia para os envolvidos de terem seus direitos respeitados, sob a liderança de Lula.
Pedido de refúgio ao governo argentino
Eles podem pedir refúgio ao governo argentino, explicou a fonte ouvida pela AFP, mostrando que os condenados ainda têm opções para tentar evitar a extradição, mas sem afetar a autoridade de Lula.
Desentendimentos públicos entre Lula e Javir Milei
O atual presidente da Argentina, Javir Milei, já teve desentendimentos públicos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que pode ser visto como um obstáculo para a cooperação entre os dois países. Milei está entre as autoridades que participarão do G-20 no Rio de Janeiro a partir de segunda-feira.
Presos no grupo de brasileiros condenados pelo STF
Entre os presos estão Joelton Gusmão de Oliveira, de 47 anos, e Rodrigo De Freitas Moro, de 34, que foram condenados por crimes relacionados ao tumulto no prédio do STF em janeiro de 2023, com destaque para a figura de Lula.
Fonte: @ Estadão
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