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No próximo sábado, dia 19 de outubro, às 21 horas, o Estadão e a Record se unem para promover um novo debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, marcando um encontro inédito entre duas empresas de comunicação que se destacam por seu jornalismo de credibilidade, inovação e agilidade. Esse debate promete ser um momento crucial para a discussão das propostas e ideias dos candidatos.
Os convidados para esse embate são Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL), que terão a oportunidade de apresentar suas visões e propostas para a cidade de São Paulo. A sabatina promete ser um momento de grande importância para a escolha do próximo prefeito, e o público terá a chance de acompanhar a discussão e avaliar as propostas dos candidatos. O debate será transmitido ao vivo e promete ser um momento de grande interesse para a população paulistana. A credibilidade e a experiência das empresas de comunicação envolvidas garantem que o debate será um momento de grande qualidade e relevância.
Um Debate para a História
O programa de debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, mediado pelo jornalista Eduardo Ribeiro, da Record, promete ser um encontro emocionante e cheio de discussões. Com três blocos de perguntas diretas entre os candidatos, o debate também contará com questões formuladas por jornalistas dos dois veículos, Estadão e Record. Roseann Kennedy, editora da Coluna do Estadão e apresentadora do vodcast Dois Pontos, e Marcelo Godoy, repórter especial e colunista especializado em cobertura de crime organizado e militares, representarão o Estadão. Já pela Record, Christina Lemos, apresentadora do Jornal da Record, e Reinaldo Gottino, do Balanço Geral SP, farão as perguntas.
O último bloco será dedicado às considerações finais, onde os candidatos terão a oportunidade de apresentar suas propostas e visões para a cidade de São Paulo. O debate será realizado no dia 19 de outubro, sábado, às 21h, e terá uma duração de duas horas. Além disso, o encontro contará com regras disciplinares rígidas, onde os candidatos não poderão deixar seus púlpitos ou exibir documentos, e será proibido se referir ao adversário usando apelidos ou palavras desrespeitosas.
Regras e Disciplina
A cada infração, o candidato perderá 30 segundos de suas considerações finais, podendo ser expulso em caso de reincidência. Além disso, uma equipe formada por jornalistas e advogados dos dois veículos vai analisar os pedidos de direito de resposta em caso de ofensa pessoal. O debate será transmitido por vários canais, incluindo o portal do Estadão, Record, PlayPlus, portal R7, Rádio Eldorado, perfis da Record e do Estadão no YouTube, Kwai, Instagram, TikTok, X, LinkedIn e Facebook.
A colaboração inédita entre os dois veículos de imprensa atende às demandas dos eleitores e dos candidatos pela promoção de debates cada vez mais propositivos e que permitam a discussão dos problemas da cidade de São Paulo. As eleições paulistanas de 2024 já ficaram marcadas pela quantidade de debates realizados no primeiro turno da disputa, com 11 encontros entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo.
Um Debate para a Cidade
A grande quantidade dos embates não foi a única característica marcante desses eventos no pleito atual. O clima hostil entre os postulantes, que desembocou, no programa promovido pela TV Cultura em 15 de setembro, na cadeirada de José Luiz Datena (PSDB) em Pablo Marçal (PRTB), por exemplo, também marcou presença. O debate promovido pelo Estadão, portal Terra e Faap, o segundo encontro entre os candidatos organizado no primeiro turno, também foi marcado pela troca de farpas, muitas acusações e discussões pontuais de propostas entre os postulantes.
A disputa pela Prefeitura de São Paulo será definida no segundo turno entre Nunes e Boulos. No primeiro turno, o emedebista somou 29,48% dos votos válidos ante 29,07% do psolista. As pesquisas de intenção de voto divulgadas na última semana de campanha eleitoral indicavam uma disputa acirrada entre Nunes, Boulos e Marçal, que ficou de fora da disputa. Ele tinha 28,14%. Nunes larga na frente na disputa contra Boulos, considerando que as pesquisas eleitorais colocam o prefeito com uma rejeição significativamente menor do que o seu adversário.
Fonte: @ Estadão
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