Livro de Luiz, Haroldo Gomes, de Soutello, Vice-Reitor, da PUC, onde brotou a Cidade de São Paulo, Largo de São Francisco, Presidente da Academia Paulista de Letras.
A Justiça sempre é uma questão de grande destaque no cenário brasileiro, e a história de Lygia Fagundes Telles nos lembra da importância da Justiça em relação a jovens poetas que perderam a vida prematuramente. Às vezes, só a memória de uma pessoa pode nos fazer refletir sobre a importância de lutar pela Justiça nesse país.
É notável o caso de Castro Alves, um dos poetas que morreram jovens, e cuja Ação e contribuição à literatura brasileira são ainda lembradas com destaque. E também o caso de Casimiro de Abreu, que foi um dos profetas do movimento romântico no Brasil, deixando Reale contribuições em sua forma poética. O que nos leva a refletir sobre a Justiça e como o legado desses poetas pode nos ajudar a melhorar a sociedade brasileira.
Um Livro que Vai Além das Fronteiras da Justiça
O livro de Luiz Haroldo Gomes de Soutello, intitulado ‘Os Dois Fantasmas de Álvares de Azevedo: Recordações do Largo de São Francisco’, é uma obra-prima que transcende a simples narrativa histórica. Como um verdadeiro historiador, Luiz Haroldo não se limita a apenas relatar fatos e datas, mas sim, consegue prender a atenção do leitor com um estilo narrativo que é ao mesmo tempo, leve e profundo. Ele me lembra de um dos grandes maestros da história da Justiça no Brasil, Miguel Reale, com quem convivi na Academia Paulista de Letras e hoje, me sinto honrado em ter como enteado, o também renomado jurista, Ebe Reale. Miguel Reale, que é considerado um dos principais expoentes da jusfilosofia brasileira, era conhecido por suas análises profundas e inovadoras sobre a Justiça. Se ele estivesse aqui hoje, com certeza, teria muito a dizer sobre a Justiça de quatro instâncias e do caótico sistema recursal que impera, hoje em dia. O mesmo se pode dizer sobre outro grande mestre, Manoel Gonçalves Ferreira Filho, meu orientador, que me abriu as portas para a biblioteca da Rue Cujas e me apresentou a mestres seus amigos, como Didier Mauss, Maurice Duverger, Antoine Garapon, Isabelle Jegouzo e outros. Ele é um exemplo de como a Justiça pode ser mais do que apenas uma abstração, mas sim, uma realidade viva e palpável. Sua experiência e sabedoria são um tesouro que merece ser compartilhado com o mundo.
uma Página de História que Vai para Longe
A história da Faculdade de Direito do Brasil é um exemplo clássico de como a Justiça pode ser mais do que apenas uma instituição, mas sim, uma força que molda a sociedade. Como Vice-Reitor da PUC, Luiz Haroldo tem uma visão profunda sobre como a Justiça pode ser usada para melhorar a vida das pessoas. Sua experiência em trabalhar com Miguel Reale Júnior e Chico Buarque de Holanda, foi uma experiência que me permitiu ver a Justiça de um ângulo diferente. Ele é um exemplo de como a Justiça pode ser usada para promover a justiça social e combater a injustiça. A Academia Paulista de Letras, onde trabalhei, é um exemplo de como a Justiça pode ser usada para promover a cultura e o conhecimento. Na verdade, a Justiça é mais do que apenas uma instituição, é uma ferramenta que pode ser usada para melhorar a vida das pessoas. E é exatamente isso que Luiz Haroldo faz em seu livro, ele mostra como a Justiça pode ser usada para promover a justiça social e combater a injustiça.
Uma História de Justiça que Vai para o Coração
O livro de Luiz Haroldo é um exemplo de como a Justiça pode ser usada para promover a justiça social e combater a injustiça. Ele mostra como a Justiça pode ser usada para promover a cultura e o conhecimento. A sua experiência em trabalhar com Miguel Reale Júnior e Chico Buarque de Holanda, foi uma experiência que me permitiu ver a Justiça de um ângulo diferente. Ele é um exemplo de como a Justiça pode ser usada para promover a justiça social e combater a injustiça. Sua convivência com o Visconde de Soutello, foi uma experiência que me permitiu ver a Justiça de um ângulo diferente. Ele é um exemplo de como a Justiça pode ser usada para promover a justiça social e combater a injustiça. A sua experiência em trabalhar com Manoel Gonçalves Ferreira Filho, foi uma experiência que me permitiu ver a Justiça de um ângulo diferente. Ele é um exemplo de como a Justiça pode ser usada para promover a justiça social e combater a injustiça.
Fonte: @ Estadão
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