Artista morreu em sua casa na Califórnia, sem causa divulgada. Tinha uma carreira musical intenso, repleta de grandes nomes e família devota.
Quincy Jones, um dos nomes mais ilustres da história da música, deixou para trás uma herança incrível. Com uma carreira que ultrapassa os 70 anos de atuação, Jones foi um dos principais produtor de Michael Jackson e Frank Sinatra, e também foi um trompetista e amigo de Ray Charles. Sua contribuição para a música é imensa e seu legado continua vivo até hoje.
Com uma vida tão rica em experiências, Jones é considerado um lendário e seu trabalho não passa despercebido. Ele foi um produtor renomado, um musical arranjador e compositor de grande destaque, além de ser um músico de grande talento. Suas criações são imprevisíveis e inovadoras, sempre com um toque de graça e elegância. Jones é mais do que um profissional, é um homenageado e um ídolo para muitos fãs de música ao redor do mundo. Atualmente, o mundo da música está preenchido dos _produtor_, _musical_, _lendário_, _diretor_, _musical_, _arranjador_, _compositor_, _músico_; mas, entre todos eles, _Quincy Jones_ ainda está fazendo história.
Um Legado Musical Perene: A Vida e a Carreira de Quincy Jones
Graças à sua música, que permeou corações repletos de amor e alegria, o espírito de Quincy Jones continuará a bater forte por toda a eternidade. Como um mestre musical, Quincy Jones deixou sua marca indelível na história da música, conectando-se com muitos nomes famosos e criando uma rica herança artística. Através de sua música sem limites, o coração de Quincy Jones continua batendo forte.
Como um produtor musical lendário, Quincy Jones teve uma carreira intenso, marcada por grandes colaborações e inovações. Suas habilidades como produtor, arranjador e compositor permitiram-lhe criar música que transcendeu gerações e estilos. Desde sua infância em Chicago, até sua ascensão como diretor musical de Dizzy Gillespie, arranjador de Ella Fitzgerald e comandante da última apresentação de Miles Davis, que resultou no álbum ‘Miles & Quincy: Live at Montreux’, Quincy Jones personificou grande parte da história da música.
Natural de Chicago, Quincy Jones produziu música para artistas de renome, incluindo Aretha Franklin e Celine Dion. Ele também desencadeou um terremoto cultural ao lançar a carreira solo do jovem Michael Jackson, um casamento musical que resultou em ‘Thriller’ e revolucionou o pop para sempre. ‘Quincy fez de tudo. Ele foi capaz de mostrar sua genialidade em qualquer tipo de som’, declarou o pianista de jazz Herbie Hancock ao canal PBS em 2001.
A Infância e a Descoberta Musical de Quincy Jones
Quincy Delight Jones Jr. nasceu em 14 de março de 1933, em Chicago. Sua mãe sofria de esquizofrenia e foi internada quando ele ainda era criança. Quincy e seu irmão Lloyd cresceram em condições difíceis com a avó em Louisville. Ao chegar à pré-adolescência, ele voltou para Chicago para morar com seu pai, que trabalhava como carpinteiro para a máfia. ‘Eu queria ser mafioso até completar 11 anos’, disse Jones em 2018 em um documentário que retratou sua carreira, dirigido por sua filha, a atriz Rashida Jones.
O Desenvolvimento das Habilidades Musicais de Quincy Jones
Depois de se mudar para Seattle com o irmão, Quincy descobriu suas habilidades no piano em um centro recreativo e a história de amor começou. ‘Encontrei outra mãe’, escreveu em sua autobiografia de 2001. Ele começou a tocar em pequenos clubes, escrever composições e desenvolver habilidades para arranjos musicais e trompete. Ele conheceu Ray Charles – futuro pioneiro do blues e do bebop – depois de uma apresentação e a dupla se tornou um pilar da música americana.
A Ascensão de Quincy Jones
Quincy Jones estudou brevemente no Berklee College of Music em Massachusetts, antes de se juntar às turnês de Lionel Hampton e mudar para Nova York, onde se destacou como arranjador de nomes famosos, como Duke Ellington, Dinah Washington, Count Basie e, claro, Ray Charles. Na década de 1950, ele fez sua primeira turnê na Europa. Ele foi o segundo trompete de Elvis Presley em Heartbreak Hotel e formou um duo com Gillespie durante vários anos antes de se mudar para Paris em 1957, onde estudou com a lendária compositora Nadia Boulanger.
A Carreira Empresarial de Quincy Jones
Jones viajou pela Europa com várias orquestras de jazz, mas percebeu que a fama e o talento não rendiam benefícios financeiros de maneira automática. Endividado, o artista passou para o lado empresarial da música e conseguiu um emprego na Mercury Records, onde chegou ao cargo de vice-presidente. ‘Quando se tratava realmente de controlar uma gravadora e a música, não eram pessoas negras que controlavam’, disse Hancock. ‘Estávamos de mãos atadas’.
Fonte: @ Estadão
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