A aplicação da EUDR entrará em vigor em 30 de dezembro de 2025 para operadores grandes e em 30 de junho de 2026 para micro e pequenas empresas, sob a lei econômica, restringindo a desflorestação e o desmatamento.
O desmatamento de florestas no Brasil é um problema complexo, com consequências severas para o meio ambiente e a biodiversidade. O processo de desflorestamento, que é uma forma de desmatamento, é considerado uma das principais causas da perda de biodiversidade e da mudança climática. A União Europeia, que é um dos principais compradores de produtos agrícolas e de madeira no Brasil, anunciou recentemente a suspensão da aplicação da lei antidesmatamento, conhecida como EUDR, por mais um ano.
Além do desmatamento, o dessecagem das florestas é outro problema grave que afeta a biodiversidade e o ecossistema. A dessecagem é um processo que ocorre quando as árvores são cortadas e a vegetação é exposta ao sol e à seca, levando à morte de muitas espécies. A suspensão da lei antidesmatamento pode ter consequências graves para as florestas brasileiras, pois pode permitir que a exploração madeireira continue de forma descontrolada. O governo brasileiro precisa tomar medidas para proteger as florestas e evitar a perda de biodiversidade e o dessecamento das áreas florestais. A sociedade civil deve pressionar o governo para que ele adote políticas mais eficazes de conservação ambiental.
Desmatamento: Uma Ameaça Global
O desmatamento é um problema grave que afeta não apenas o meio ambiente, mas também a economia e as relações internacionais. No Brasil, o desflorestamento é uma prática comum, especialmente na agricultura, onde a demanda por terra e recursos naturais é alta. O dessecagem das florestas é outro problema que está aumentando, contribuindo para a perda de biodiversidade e a emissão de gases de efeito estufa.
A EUDR (Regulamento sobre Produtos da Floresta com Desflorestação) é uma medida tomada pela União Europeia para combater o desmatamento e a desflorestação. O regulamento estabelece que produtos como carnes, soja, cacau, café, madeira, óleo de palma e derivados só podem ser comercializados no mercado europeu se estiverem livres de ligação com a desflorestação. Além disso, exige conformidade com as leis dos países de origem e a apresentação de declarações de diligência devida pelos operadores.
Inicialmente, o regulamento começaria a valer em 30 de dezembro de 2024, mas após pressão de diversos países exportadores, incluindo o Brasil, e também de produtores locais, a data foi adiada para 30 de dezembro de 2025 para grandes operadores e comerciantes. Já as micro e pequenas companhias terão até 30 de junho de 2026 para se adequar.
O Parlamento e o Conselho Europeus justificaram a decisão como essencial para garantir que todos os envolvidos — incluindo operadores, comerciantes, Estados-Membros e países exportadores — tenham tempo suficiente para adaptar seus sistemas e processos. No início de dezembro, as duas instituições legislativas da UE tinham fechado a favor do adiamento.
A diretora de Relações Internacionais da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, Sueme Mori, afirmou recentemente que a atual classificação dos países como de baixo risco ou alto risco reforça o caráter discriminatório da EUDR. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, também expressou preocupação com a nova classificação e disse que espera continuar as negociações com a UE, em parceria com o setor produtivo e outros órgãos do governo, para encontrar soluções que atendam aos interesses do Brasil.
A implementação da EUDR será um desafio para muitos países, incluindo o Brasil, que estão trabalhando para se adequar às novas regras. O desmatamento e a desflorestação são problemas complexos que exigem soluções coordenadas entre governos, empresas e sociedade civil. A EUDR é um passo importante para combater o desmatamento e proteger os recursos naturais, mas é apenas o começo de um processo mais amplo para garantir a sustentabilidade do desenvolvimento econômico e social.
Desmatamento: Um Fator Econômico
O desmatamento é um problema econômico que afeta não apenas o meio ambiente, mas também a economia e as relações internacionais. A agricultura é uma das principais causas do desflorestamento, especialmente na produção de commodities como soja, cacau e madeira. O dessecagem das florestas é outro problema que está aumentando, contribuindo para a perda de biodiversidade e a emissão de gases de efeito estufa.
A EUDR é uma medida tomada pela União Europeia para combater o desmatamento e a desflorestação. O regulamento estabelece que produtos como carnes, soja, cacau, café, madeira, óleo de palma e derivados só podem ser comercializados no mercado europeu se estiverem livres de ligação com a desflorestação. Além disso, exige conformidade com as leis dos países de origem e a apresentação de declarações de diligência devida pelos operadores.
A implementação da EUDR será um desafio para muitos países, incluindo o Brasil, que estão trabalhando para se adequar às novas regras. O desmatamento e a desflorestação são problemas complexos que exigem soluções coordenadas entre governos, empresas e sociedade civil. A EUDR é um passo importante para combater o desmatamento e proteger os recursos naturais, mas é apenas o começo de um processo mais amplo para garantir a sustentabilidade do desenvolvimento econômico e social.
Desmatamento: Um Fator Político
O desmatamento é um problema político que afeta não apenas o meio ambiente, mas também as relações internacionais e a economia. A EUDR é uma medida tomada pela União Europeia para combater o desmatamento e a desflorestação, e sua implementação será um desafio para muitos países, incluindo o Brasil.
A diretora de Relações Internacionais da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, Sueme Mori, afirmou recentemente que a atual classificação dos países como de baixo risco ou alto risco reforça o caráter discriminatório da EUDR. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, também expressou preocupação com a nova classificação e disse que espera continuar as negociações com a UE, em parceria com o setor produtivo e outros órgãos do governo, para encontrar soluções que atendam aos interesses do Brasil.
A implementação da EUDR será um desafio para muitos países, incluindo o Brasil, que estão trabalhando para se adequar às novas regras. O desmatamento e a desflorestação são problemas complexos que exigem soluções coordenadas entre governos, empresas e sociedade civil. A EUDR é um passo importante para combater o desmatamento e proteger os recursos naturais, mas é apenas o começo de um processo mais amplo para garantir a sustentabilidade do desenvolvimento econômico e social.
Fonte: @ Estadão
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