O casal Frank e Flávia Abubakir coleciona arte brasileira há mais de 25 anos, acumulando mais de 50 mil itens. Seu acervo iconográfico da Bahia é histórico e privado.
Um livro raro e importante, editado em 1625, relata a reconquista de Salvador pelos portugueses diante da invasão holandesa, um momento marcante na história da Bahia. A primeira edição em língua inglesa de um livro sobre piratas destaca o retrato de Rocky Brasiliano, um holandês que se tornou corsário na Bahia.
Com uma rica mistura de imagens, incluindo óleos, mapas e gravuras, este livro é um tesouro para os amantes da arte e da iconografia. A arte de retratar os personagens da época, como Rocky Brasiliano, é um exemplo notável de como a arte pode ser usada para contar histórias e transmitir conhecimentos. Além disso, a inclusão de mapas e gravuras permite uma visão mais detalhada da época e do contexto em que a reconquista ocorreu.
Um tesouro oculto: a arte da Bahia em uma coleção privada
A arte da Bahia, guardada em uma coleção privada, agora vira livro. O volume Iconografia Baiana na Coleção de Flávia e Frank Abubakir reúne imagens dos séculos 17, 18 e 19, formando um acervo de mais de 2,5 kg. Com mais de 269 registros, a edição é a maior coleção privada de arte da Bahia, reunindo óleos, aquarelas, gravuras e livros ilustrados. A coleção está sob a salvaguarda do Instituto Flávia Abubakir.
O casal Flávia e Frank Abubakir comprou suas primeiras gravuras de livros históricos juntos, em uma loja de antiguidades online. As imagens da iconografia e outros itens da coleção são uma herança de sua família e do avô de Abubakir, o empresário Paulo Geyer. A coleção de arte da família Geyer era uma das mais importantes do País, e a paixão por peças históricas de Abubakir e Flávia se tornou uma obsessão.
A relação de Abubakir com a iconografia e outros itens da coleção é uma herança de sua família e do avô, o empresário Paulo Geyer. Geyer foi um importante empresário brasileiro que atuou na área financeira e um dos responsáveis pela implantação da indústria petroquímica no Brasil, fundador da Unipar. Ao lado de sua mulher Maria Cecília, construiu uma das mais importantes coleções de arte do País.
O casal coleciona móveis, peças de decoração, móveis, prataria e quadros. E os itens não ficam, necessariamente, parados em um arquivo – apesar de já passarem, ao todo, de 50 mil peças. Eles povoam a casa dos colecionadores, e das filhas deles também. Ou seja, são, ao mesmo tempo, importantes registros da história da arte e peças vivas.
A coleção de arte da Bahia é um tesouro oculto, que agora vira livro. O volume Iconografia Baiana é a maior coleção privada de arte da Bahia, reunindo imagens dos séculos 17, 18 e 19. A edição, com mais de 269 registros, está sendo lançada pela Capivara, e reúne óleos, aquarelas, gravuras e livros ilustrados.
O historiador Pedro Corrêa do Lago organizou a edição e comentou com Abubakir e Flávia que eles tinham conseguido reunir uma coleção tão grande que ele poderia dizer que era a maior privada do mundo. ‘Sobre a Bahia, certamente é a maior’, reconhece.’E agora ela está consolidada nesse livro e tem chances de ir aumentando um pouco ao longo dos próximos anos’, continua o empresário.
O volume Iconografia Baiana é um tesouro da arte da Bahia, guardado em uma coleção privada. A edição é a maior coleção privada de arte da Bahia, reunindo imagens dos séculos 17, 18 e 19. A coleção está sob a salvaguarda do Instituto Flávia Abubakir, e o casal Flávia e Frank Abubakir continua a colecionar arte, com paixão e obsessão.
A arte da Bahia, guardada em uma coleção privada, agora vira livro. O volume Iconografia Baiana é o resultado de uma paixão e obsessão pelo passado, e é um tesouro da arte da Bahia. A edição, com mais de 269 registros, é a maior coleção privada de arte da Bahia, reunindo imagens dos séculos 17, 18 e 19.
Fonte: @ Estadão
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