O PIB do Brasil cresceu em 24 das 27 unidades da federação, com destaque para Roraima, Mato Grosso e Piauí, enquanto RS, ES e PA tiveram quedas, e o indicador interno bruto do setor agropecuário foi um dos principais produtores do sistema de contas.
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2022 foi expressivo, alcançando o valor de R$ 10,1 trilhões. Este aumento de 3,0% em relação ao ano anterior é um indicativo claro da melhoria na economia do país.
De acordo com o Sistema de Contas Regionais, elaborado pelo IBGE, o setor agropecuário foi o principal responsável pelo aumento do PIB em boa parte dos estados do Norte e do Centro-Oeste. Além disso, a alta do PIB também impulsionou a criação de riquezas em diversas regiões do país. O Produto Interno Bruto, que expressa a soma de todas as riquezas produzidas dentro de um país em um determinado período, é um indicador-chave da economia nacional.
PIB da Agropecuária: O Poder do Crescimento
O resultado do PIB da Agropecuária em 2023 foi notável, com um crescimento de 15,1%, mostrando o potencial do setor para impulsionar o resultado total. Esse aumento foi observado em 24 das 27 unidades da federação, destacando-se Roraima (11,3%), Mato Grosso (10,4%), Piauí (6,2%), Tocantins (6,0%) e Acre (6,0%) como as maiores elevações.
Nesse contexto, o sistema de contas do PIB destacou a contribuição decisiva do setor agropecuário para o resultado em 2022, com destaque para a soja. Embora a produção do grão não tenha sido positiva em todo o país, houve um crescimento na região Norte e parte do Centro-Oeste.
No entanto, o setor agropecuário apresentou uma queda de 1,1% em volume em 2022, enquanto a Indústria cresceu 1,5% e os Serviços, 4,3%. Além disso, o setor agro também impactou na queda do PIB do Rio Grande do Sul (-2,6%), devido à estiagem prolongada daquele ano, que reduziu as produções de cereais e de soja.
Produto Interno Bruto: A Indicadora de Desempenho
O produto interno bruto (PIB) é um indicador fundamental do desempenho econômico de uma região. Ele é calculado pela soma dos valores adicionados dos setores da economia, incluindo a agropecuária, a indústria e os serviços.
No caso do PIB da Agropecuária, o resultado foi influenciado pelo desempenho do setor agropecuário, que apresentou uma queda de 1,1% em volume em 2022. Embora essa queda tenha sido observada em alguns estados, como o Rio Grande do Sul (-2,6%), o Paraná (-0,7%) e o Pará (-0,7%), outros estados, como Sergipe e Paraná, não tiveram queda, mas o crescimento do PIB foi limitado, com taxas de 1,3% e 1,5%, respectivamente.
Unidades da Federação: Desempenho Variado
Entre as 27 unidades da federação, 24 tiveram alta no PIB, com destaque para Roraima (11,3%), Mato Grosso (10,4%), Piauí (6,2%), Tocantins (6,0%) e Acre (6,0%). Esse desempenho foi influenciado pelo setor agropecuário, que contribuiu para o resultado em 2022, com destaque para a soja.
Setor Agropecuário: O Fator Decisivo
O setor agropecuário foi um dos principais motores do crescimento do PIB da Agropecuária em 2023. Com um crescimento de 15,1%, o setor contribuiu para o resultado total e destacou-se em algumas regiões, como a região Norte e parte do Centro-Oeste.
No entanto, o setor agropecuário também apresentou uma queda de 1,1% em volume em 2022, influenciada pela estiagem prolongada no Rio Grande do Sul, que reduziu as produções de cereais e de soja. Essa queda impactou na queda do PIB do Rio Grande do Sul (-2,6%).
A Influência da Indústria Extrativa
A Indústria Extrativa também teve um impacto significativo no desempenho do PIB em alguns estados, como o Espírito Santo (-1,7%) e o Pará (-0,7%). A redução da extração de minério de ferro, em ambos, e de petróleo no estado capixaba, afetou negativamente o resultado do PIB.
Em resumo, o PIB da Agropecuária em 2023 apresentou um crescimento de 15,1%, destacando-se Roraima (11,3%), Mato Grosso (10,4%), Piauí (6,2%), Tocantins (6,0%) e Acre (6,0%) como as maiores elevações. O setor agropecuário foi um dos principais motores do crescimento, mas também apresentou uma queda de 1,1% em volume em 2022, influenciada pela estiagem prolongada no Rio Grande do Sul.
Fonte: @ Estadão
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